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sábado, 15 de agosto de 2015

Alzheimer já está sendo chamado de diabetes do tipo 3



Todos nós sabemos e aqui alerto sempre que a necessidade de diminuir carboidratos de nossa alimentação esta cada vez mais claro, principalmente os carboidratos refinados, processados que são um verdadeiro perigo e uma droga que a indústria nos impõe causando graves alterações em nossa glicemia e inflamação em nosso organismo, pois bem dito isto vem mais uma bomba que só faz esclarecer mais o que já está claro.


Segundo o Professor de Medicina Funcional em Washington David Perlmutter que publicou uma entrevista na revista científica Alternative and Complementary Therapies, argumentando que revistas e jornais científicos respeitados publicam relatos de que o alto nível de glicose no sangue são prejudiciais ao cérebro, mais especificamente ao hipocampo, ou seja o mediador da função da memória, localizada nos lobos temporais do cérebro humano, considerada a residência da memória, e da hemoglobina glicada (HbAlc), este aumento de glicose levam ao comprometimento da memória e ao encolhimento do hipocampo. Segundo David Perlmutter o The New England Journal of Medicine demonstra o estudo do Journal of Alzheimer’s Disease lembra que as pessoas que tem alto consumo de carboidratos obtiveram aumento de 89% do risco para demência, porém, pessoas que tiveram uma alimentação com alto teor de gordura conseguiram diminuir o risco em 44%.
Segundo o Professorq de neurologia da Universidade Federal de São Paulo (USP) Paulo Bertolucci lembra que alimentação com base em carboidratos é muito calórica, mas além disto a ciência encontra relações diretas entre a cognição e este tipo de alimento. “Existe uma relação epidemiológica entre a doença de Alzheimer e diabetes, elas são comuns, porém vai além das coincidências de enfermidades”, Alzheimer já está sendo chamado de diabetes do tipo 3.
Entre uma das hipóteses está a desregulação dos receptores para insulina no cérebro. “Também há um aumento da agregação de moléculas beta-amiloide, que é um dos indicadores do início da doença de Alzheimer”, segundo Bertolucci. O professor Bertolucci continua sua explicação com uma segunda hipótese que destaca a amilina, amilina é uma substância secretada com a insulina e responsável pela regulação da produção do hormônio. “A relação disso com o Alzheimer é que ela tem o mesmo perfil de neurotoxicidade da própria beta-amiloide”, explica o neurologista.
O neurologista Ivan Okamoto, do Hospital Israelita Albert Einstein, alerta que uma teoria existente há cerca de 15 anos faz a associação entre a intolerância à glicose nos pacientes com Alzheimer. A teoria, segundo Okamoto, relaciona o aumento do açúcar ao estresse oxidativo a ponto de levar a perdas neuronais. Okamoto mensura que de 50% a 60% das causas de demência são por Alzheimer e outros 20% por demência vascular.
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Uma das grandes estudiosas e referência em relação a doença de Alzheimer e também tem um livro publicado “Alzheimer's Disease: What If There Was a Cure? ” É a Dra. Americana do estado da Flórida Mary Newport, ela estuda a doença motivada pelo marido que é portador. Segundo a Dra. Mary ela vem aplicando um método que está dando certo em seu marido e melhorando os testes cognitivos, este método tem como base o óleo de coco, sim o óleo de coco, ela pede para o seu marido ingerir de duas a quatro colheres de sopa de óleo de coco diariamente no seu café da manhã e depois que vem colocando o óleo de coco em sua alimentação verificou-se uma melhora em seus testes cognitivos, controle motor e suas emoções.
Segundo o Dr. Rondó (Cirurgia Vascular, Medicina Ortomolecular), “Baixos níveis de insulina – hormônio que transporta o açúcar para dentro das células – no cérebro podem levar ao desenvolvimento do mal. Pessoas com diabetes tipo 2 com resistência à insulina estão mais propensas a desenvolver placas no cérebro que estão associadas à doença de Alzheimer”. Seguindo com análise do Dr. Rondó, “Um estudo observou 135 idosos que foram monitorados por dez a 15 anos. Depois de sua morte, foram feitas autópsias de seus cérebros. Os resultados apontaram que 16% desenvolveram Alzheimer antes de morrer, tendo sido encontradas placas em seus cérebros, mas se observou também que os indivíduos que tinham hiperglicemia quando vivos apresentavam essas placas. Placas foram encontradas em 72% das pessoas com resistência à insulina e em 62% daqueles que não apresentavam resistência ao hormônio, segundo os pesquisadores”.
Este é mais um exemplo do qual temos que pelo menos tentar diminuir a ingestão de carboidratos refinados e doces, sempre falo e sempre falarei que OBESIDADE não é apenas estética e sim uma questão de saúde, a obesidade de hoje pode ser a diabetes de amanhã e agora o Alzheimer de depois de amanhã.

Um grande abraço e tenham um ótimo dia!

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